● Uma visão de Arte.
Uma fotografia de ... Jane Burton* (1966).

" ... Suas fotografias exploram o terreno psicológico do romantismo sombrio, um cenário teatral para pensamentos e sentimentos ocultos. Não há nada de real nesses estranhos interiores, figuras e paisagens, urbanas e naturais. (...), eles estão imbuídos de mistério e sensualidade, nos levando aos tempos de assassinatos sombrios, mistérios e dramas criminais ... " (http://janeburton.com.au/)

































                                      Visite ► janeburton.com.au  
*: fotografa australiana (Brusbane. Vive em Melbourne.



 .

















● Uma visão de Arte. Uma fotografia de ...Rob Huntley*. 

(Oaxaca, Mexico).



*: Ottawa, Ontário, Canadá













                ● Imagens do Ler.

                                                                      (Cincinate, Ohio. EUA, 1927).










    ● A Arte... As esculturas urbanas.


                      (Criação: Volodymyr Tsisaryk.  Kirovogrado, Rússia)












        ● Imagens... Vintage.

































 “quella strana leggerezza dell' essere...”* .




                       *: “ Essa estranha leveza de ser...”


Fonte:  carmelo sgroi @sgroi_carmelo













● Gente... do planeta.


(Croácia).












                              ● Um pouco de ... Henri Matisse. 





















                                               (Nice, 1921. França).












Mistério...


























Homo Sapiens, Uni-vos !


Quando vejo manifestação pública sobre ou contra uma ideia, um partido, um candidato ou um time, enxergo mais vaidade do que propósito genuíno.
Desconfio que as verdadeiras forças que mudam o destino de uma nação ou civilização passam longe da gritaria ensandecida.
Estas forças habitam e viajam no escuro. São indetectáveis.
Mudam de direção sob a menor variação das condições reinantes e trazem resultados tão poderosos que fariam um deus se ajoelhar.
Esta inebriante ilusão que teimamos saborear repetidas vezes, a de que podemos alterar o resultado de qualquer coisa, é apenas um fiapo da grande ingenuidade que nos coloca convicção de que temos controle das circunstâncias.
O acaso é a única constante num universo indiferente que aprecia apostar alto jogando dados. Nesta perspectiva, quando vejo ruas tomadas por milhares gritando por POLÍTICOS (?), não consigo pensar em outra coisa.
Macacos! Nunca deixamos de ser.

                      por Yuri Vasconcelos Silva
















                                                   ● Imagens do Ler.

















                                                                        Curiosidade ...


( Museu de Rouen, 1973. França. Imagem: Jean Gaumy. Editada) 


A curiosidade é a manifestação e inteligência
 que desperta e deseja exercitar-se
 no conhecimento da realidade.

                                               (José Engenieros).













                     ● Imagens... Vintage.





































                          ● Uma visão de Arte... Uma janela.


(Ericeira, Portugal)













● Uma visão de Arte.
        Uma fotografia de ...  Mario Sorrenti (1971).

“ (...). Eu quero ver um mundo
em que celebramos a mulher real,
e em que os meios de comunicação
reflitam o verdadeiro
 arco-íris do corpo feminino ".

                                                                  Ai esta. Algumas das criações deste fotógrafo e cineasta italiano (Nápoles) vivendo em Nova Iorque desde cedo. Conhecido por registrar a nudez de modelos nas páginas de revistas famosas.
                                                       Ai esta. Seu registro da beleza exuberante de Ashley Graham (1987) modelo estadunidense (de Lincoln, Nebraska).
                                                          Ai esta uma mulher real.

















Fonte/Imagens: http://culturainquieta.com/es/















Os espectros do tempo... brasileiro.


(Criaçao Yasny-chan)

                             Um dos piores erros em política é acreditar que o tempo histórico é uma linha reta.
Quem entende o tempo como linha reta acredita que fatos ocorridos ficam no passado, que as lutas de outrora dizem respeito a configurações de outrora.
Que cada momento exige uma análise radicalmente específica, como se estivéssemos a lidar sempre com o que não é fruto de retornos e repetições.
Isso pode se passar por precisão analítica, mas é apenas pobreza intelectual.
O tempo histórico é uma pulsação contínua de contrações.
Sua espessura é própria de uma matéria de múltiplas camadas na qual cada uma dessas camadas se afunda na outra. Por isso as lutas sociais nunca são feitas em nome apenas daquilo que elas imediatamente afirmam.
A todo o momento, elas são atravessadas por palavras e frases que parecem vir de outros tempos; elas parecem encarnar personagens e gestos que nos remetem a outras cenas.
A razão não é estranha, pois toda verdadeira luta política é um campo de batalha sobre determinado, no qual lutam os vivos e os mortos, os presentes e os espectros.
Os mortos se apoiam nas lutas dos vivos para continuarem suas batalhas. Eles dirigem suas mãos. Quem não entende isso nunca entenderá o que é uma luta política, sua complexidade, assim como a força de seus atores.
Seria bom lembrar isso em um país como o Brasil.

O Brasil acredita poder resolver suas lutas esquecendo-as. (grifo nosso)

Extorquindo reconciliações, pregando retornos a épocas idílicas de paz que nunca existiram.
Por isso, ele é continuamente assombrado pelas piores regressões, pelas violências mais explícitas.
Uma parte - apenas uma parte - das eleições atuais é a decisão a respeito dos novos ocupantes do poder. Mas essa decisão está contagiada pela luta paralisada e calada durante mais de 30 anos contra a ditadura militar que nunca passou por completo. Seu fascismo ordinário esteve sempre prestes a explodir no interior da sociedade brasileira.
Essa luta, por sua vez, já é a repetição de outras lutas e a recusa de outros silêncios. Por isso, ela não acabará agora, seu destino não é o “convencimento” de uma das partes.

Pela primeira vez desde o fim da ditadura, o Brasil é obrigado a encarar o antagonismo profundo que o cinde, o irreconciliável que o habita.
O melhor a fazer, desta vez, é dizer esse irreconciliável da forma mais explícita possível. (grifo nosso)

Quando vários levantam suas vozes para continuar uma aparentemente delirante “luta contra os comunistas” (em uma época em que não há mais comunistas em lugar algum), há de se saber reconhecer a verdade desse delírio.
 “Nós deveríamos ter matado todos”, dizem agora aqueles que gostariam de ter se livrado dos “comunistas” há décadas.
É verdade, vocês já atiraram em nós outras vezes, torturaram outras tantas, vocês continuarão atirando e torturando, de uma forma ou outra.
Nós já nos encontramos antes. Esta não foi a primeira vez; não será a última.
Sim, os pronomes são esses: “vocês” e “nós”.
Há horas em que eles são inevitáveis e necessários.

Toda sociedade é a expressão de uma colisão.
E a pior maneira de evitar uma colisão é fingir que ela não ocorre. (grifo nosso).

Melhor seria assumi-la como destino contínuo dos processos históricos, sentir sua espessura, ouvir as multiplicidades de suas vozes, estar preparado para ela.
Elas serão necessárias até que um pacto mínimo, que não existe no Brasil, seja extraído do fogo.
Nós entramos em rota de colisão.
Se me permitem, depois da eleição de 2014 afirmei que o país estava dividido e não haveria nada que poderia apagar tal divisão. Alguns disseram que fui irresponsável. Julgaram que seria possível tentar produzir, mais uma vez, acordos e conciliações impossíveis até então.
A história mostrou que eles estavam errados.
Pois essas lutas não são nem de hoje nem de ontem.
Elas só começarão a cessar quando deixarem de ser apagadas.

               (por Vladimir Safatle*).


*: Professor de filosofia/USP.
  Fonte/Texto: https://folha.uol.com.br/ (28/09/18). Editado.
  Fonte/Imagem: http://www.psd-dude.com/



















● “Tô de olho em vocês!  … 

(Nangarhar, Afeganistão. Foto: Jim Huylebroek)


                                                           que planeta vocês irão nos deixar?.

















         ● A Arte... As esculturas urbanas.


          (Criação: Judith Weller, Nova Iorque, EUA. Foto:Michael Viriato)













                                       ● Uma visão de Arte... Uma janela.


(Rússia)














    A Arte de ... Sarah Jane Szikora* (1971).





























*: artista inglesa do condado de Durham (Inglaterra).

















● Uma visão de Arte... e a rua.



(Criação: Ledania Karlstad, Suécia). 















    ● Um pouco de ...    Tamara Adams.* 






































*: artista estadunidense (Portland, Oregon).

















● A Arte... As esculturas urbanas.


(Napier, Nova Zelândia).

















    ● Gente... do planeta.


                                                                                         (Tungus, Sibéria. Rússia).



















                                                        Ela ...

(Imagem:  Andre de Dienes)


“ ... sem o corpo feminino
- vivendo e pensando, e garantindo a continuidade
                 ao longo do tempo -  
o universo nunca se conheceria e seria incognoscível
    para qualquer outra pessoa.
Ele mostra assim o universo e garante a permanência dessa visão.
O sexo feminino é o caminho para a continuidade.
Devemos, portanto, considerar a narrativa envolvendo
           o universo em um corpo feminino
vivo como algo que proporciona a continuidade
                        da vida humana, fertilizada e pensante.

                                                     (https://loeildelaphotographie.com/).