● A Arte... e a rua.


(Criação: Speto. São Paulo, Brasil).











● A Arte... As esculturas urbanas.

As esculturas de Tomie Ohtake (1913-2015) artista plástica japonesa (Quioto) 
naturalizada  brasileira. 
Considerada a “dama das artes plásticas brasileiras”.
Sua obra abrange pinturas, gravuras e esculturas.

Suas criações criam beleza na paisagem urbana de diversas cidades brasileira. 
Especialmente em São Paulo. 
Onde são verdadeiros ícones da cidade. Magnificas. 




(Aeroporto de Guarulhos. São Paulo).


(Araxá. Minas-Gerais)



(cidade de Santos. São Paulo).



(Avenida 13 de maio. São Paulo).



(cidade de Ipatinga. Minas-Gerais).



(Parque de Pampulha, Belo Horizonte. Minas-Gerais).














● “Tô de olho em vocês!  … 

(Caiapó, Amazonas. Brasil).


                                              que planeta vocês irão nos deixar?.












      ● A Arte…  e a feira.

                                                       (Tajiquistão).












A Arte da brasileira-paulista de Taubaté ...Isabelle Tuchband (1968).
Criações com a presença marcante das figuras femininas.
Cercada de flores. Cheias de delicadeza.
Tenham também - o prazer - de ver algumas de suas obras.






































► Fonte das imagens: http://www.democrart.com.br/













A pintura do belga de Bruxelas ... Christians Satin (1946).

Informa o companheiro ‘google’ que ele, bem menino, começou a pintar com óleo em tela. Já adolescente exibe e vende suas obras.  Vira um pintor conhecido em seu país.  Na década de sessenta abandona a pintura. Gradua-se arquitetura. Durante décadas foi mais conhecido como arquiteto, professor e empresário. Vejam aqui algumas de suas surrealistas criações.
































































     Novos tempos ...






























     ● Uma visão de Arte... Uma porta.

                            (Pittsburgh, Pensilvânia. EUA).





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       ● A Arte... e a rua.

                                                                                            (São Paulo, Brasil).













                                                              A timidez.

“ A timidez é uma condição alheia ao coração,
uma categoria, uma dimensão
que desemboca na solidão.


                                               (Pablo Neruda).


(Foto: Ceci Fimia).

















● Imagens... Vintage.















● A Arte... e a janela.


(Alentejo, Portugal).













     ● A Arte... e a rua.  

           (Criação: Seth Globepainter. Cidade de Jersey. Nova Jersey, EUA).
















      Um ‘meio misto’ das criações de ... Florin Ion Firimiţa (1965).

Artista visual. Educador. Romancista nascido em Bucareste (Romênia).
     Hoje vive nos EUA. 
                 Vejam algumas de suas obras. Selecionadas para vocês:
















►Mais sobre o artista visite: (http://www.florinfirimita.com/home)














                                                                 o livre arbítrio.





























        ● Imagens do Ler.


                         (Foto: André Kertész. Paris, 1934).












     ● Uma visão de Arte... Uma porta.

      
                                          (Kuta, Bali. Indonésia).














      ● A Arte... As esculturas urbanas*.

                                                                     (Thusis, Cantão de Grisões. Suíça).



        *: Criação de: Robert Indermaur (1947). Pintor e escultor suíço de Chur.













                                                                          reflexos ...


“Ó mulher, nobreza é vossa, e a tua forma
                                        é o reflexo da tua natureza!”


                                                        (Eurípedes).














     ● Imagens do Ler.






























Melhor é nem saber ...


                                                                                         (Salvador Dali)

“Um mundo totalmente explicado seria como um deserto
sem graça, sem desenhos de luz e sombra, sem vento
levando areia, sem um oásis aqui e ali.”


                                                          Impressionante nossa obstinação por entender, por resolver, por não ter dúvidas, por obter todas as explicações. (...). Mas nós desesperadamente insistimos: “Como é que eu não entendo isso? Espera um pouco, ainda não entendi. Pode explicar de novo? O que significa isso? O que você, ou ela, ou ele, queria dizer?”. A não ser em questões de ciência, isso me parece obtusidade mental ou delírio.
Pior: mesmo numa obra de arte, nos espantamos se tudo não for de uma obviedade pobre e rala: o que significa? Como você explica isso? (E a obra de arte nem foi feita por nós...)
Talvez a arte não se deva dissecar feito cadáver, mas nos fazer sentir, recriar, nos instigar? Mesmo alunos, até universitários, às vezes detestam aulas em que as coisas os levam a pensar, em vez de serem oferecidas mastigadas e regurgitadas na mesa... embora educar deva ser, sobretudo, ensinar a pensar.
Freud, o Velho, sorriu com aquele seu jeito de velho pai divertido com as maluquices dos filhos, respondendo à pergunta mais boba do mundo – se o seu inseparável charuto era um objeto fálico: “Às vezes, meus caros, um charuto é só um charuto”.
Virginia Woolf, com seus enigmas e labirintos, pressionada, quase tentou se desculpar porque não era explicável: “Eu trabalho com símbolos e emoções. Se tudo for desvendado, não terei mais por que escrever”.
Clarice, a Lispector, durante um evento literário no Rio, sentada na primeira fila enquanto doutores em Teoria Literária discorriam sobre sua obra, se levantou, segurou a bolsa nas duas mãos, virou-se para o público e disse naquela sua voz rascante com erres singulares: “Essa de que aí estão falando não sou eu”. Virou-se e saiu, acompanhada de dois ou três de seus jovens admiradores. Na calçada, disse laconicamente: “Quero comer camarão”.
Ferreira Gullar, querido, sofrido, brilhante, sarcástico e sutil, diz essa maravilhosa frase, “a arte existe porque a vida não basta”. Não faltará quem proteste: “Mas o que ele quis dizer com isso?”.
E esta que aqui lhes fala escreveu há décadas: “Se digo flor é flor, se digo água é água. Mas pode ser disfarce de um segredo. Não me queiram prender como a um inseto no alfinete da interpretação”.
Mas nós queremos tudo claro, simples, fácil. Pensar cansa!
Mil vezes escutamos ou afirmamos, em tom de protesto, quase indignação: “Não entendi. Não entendo mais nada. O que quer dizer isso?”. O obscuro, o nebuloso, por pouco que seja, nos ofende. Queremos sol batendo de chapa, nada de nuvens ou névoas. As bizarrices ou banalidades nos dão ímpeto de desmontar, examinar, esfolar, quem sabe roubar o que nos intriga, isto é, matar.

Pois eu começo a achar que nestes confusos dias pode ser melhor não querer explicar.

Logo, tudo há de se complicar ainda mais, e se fundir, se confundir, se desfazer e desdizer: ações humanas, loucuras públicas, vexames pessoais ou enigmas transcendentes, andam mudando como a brisa, recuando como a maré vazante.

Desistam de entender: ou tudo perde o restinho de graça
e interesse que ainda nos ilude .

                                                              Por Lya Luft* (1938).


*: Escritora, tradutora e professora brasileira (R.G.Sul).














A Arte russa. A Arte de ... Andrey Remnev (1962).

Este pintor russo, nascido na cidade de Yachroma, perto de Moscou. É incrível. 
Suas obras tornou a tarefa de selecionar (alguma delas) para vocês. Uma difícil tarefa. São todas adoráveis.
Sabe-se das influencias da pintura medieval com seus ícones religiosos nas criações russas.
Ele continuou com o estilo. Mas com outra linguagem. 
São antigas figuras com visuais diferentes. Surreal. Um pintor tradicional.
Parece renascentista. Entretanto, contemporâneo.  
Numa entrevista postada nestes espaços internetianos dizia que sua vida com a Rússia pós-soviética foi positiva. Embora a vida sendo dura. As emoções são fortes. Voltar ao passado. A era soviética. Não é desprovida de romantismo. Ele conseguiu. 
Vejam algumas de suas criações selecionadas para vocês.







































                                   A porta da verdade...



             (Bairro Alto, Lisboa. Portugal).

Assim não era possível atingir toda a verdade,
      porque a meia pessoa que entrava
                   só trazia o perfil de meia verdade.


(França)

E sua segunda metade
     voltava igualmente com meio perfil.
                    E os dois meios perfis não coincidiam.


(Irlanda)

Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta.
                                                                                        Chegaram a um lugar luminoso
onde a verdade esplendia seus fogos.


                 (Kefalos, Kos. Grécia) 

      Era dividida em duas metades,
                        diferentes uma da outra.



                                                                                                 (Linton, Victoria. Austrália)

                                                                                     Chegou-se a discutir qual a metade mais bela.
                                                                          As duas eram totalmente belas.
                                                                                               Mas carecia optar.



(Richmond, Virginia. EUA.)


Cada um optou conforme
seu capricho, sua ilusão, sua miopia.”


                                                              (Carlos Drummond de Andrade).