Ela ...

(Foto: Erin Albrecht)


“Nádegas é importantíssimo. 
Grave, porém, é o problema das saboneteiras. 
Uma mulher sem saboneteiras
                                   é como um rio sem pontes.”


                                                             (Vinicius de Moraes).















●A Arte... e a rua.

                                                  A Arte em Zalipe. Uma pequena vila na Polônia bem próxima de Cracóvia. Certo dia um morador resolveu pintar uma flor na cobertura sua casa para cobrir a mancha de fuligem deixada pela lareira. Tempos difíceis. Pobreza dominante nos lares e o sistema de ventilação era limitado. As manchas de fuligem eram comuns em quase todas as casas. Seguindo exemplo do pioneiro a comunidade foi pouco a pouco desaparecendo com as manchas e fazendo aparecer novas flores. Enfim, Zalipe, desde os anos quarenta (século XX) virou uma aldeia coberta com flores nas casas, celeiros, pontes e igrejas. A Arte os fez superar os tempos escuros das atrocidades sofridas pelo país na guerra. É, hoje, uma comunidade bonita e colorida. 
Um exemplo. 
Vejam algumas de suas criações.















Fonte das fotos ► http://culturainquieta.com/es/














                                
                                   Ordem. Progresso.













                                       
               

    “cheguei,à altura da vida em que tudo de bom
                          era no meu tempo.”

                                                                        (João Ubaldo*). 


*: João Ubaldo Osório Pimentel Ribeiro
foi um escritor, jornalista, cronista,
 roteirista e professor brasileiro. 














A Arte... e a rua.

("Rue De Julienne, Paris 13", França. Criador: Julien "Seth" Malland).
















                                        Beleza...

(Monica Bellucci)



“Uma mulher bonita não é aquela de quem se elogiam
 as pernas ou os braços, 
mas aquela cuja inteira aparência
 é de tal beleza 
que não deixa possibilidades 
para admirar as partes isoladas.”

                                                                (Sêneca).













A Literatura ... faz bem a saúde.



                                                               “ “É difícil extrair novidades de poemas
No entanto, pessoas morrem miseravelmente
Pela falta daquilo que ali se encontra.”

Poeta/dramaturgo estadunidense William Carlos Williams (1883-1963) sabia do que estava falando quando escreveu esses versos: além de escritor multitalentoso, tinha formação em medicina e efetivamente trabalhava cuidando da saúde dos outros. A partir de sua afirmativa, a pergunta se impõe:
             
     o que existe, nos poemas e na literatura em geral,
 que pode manter as pessoas vivas e, quem sabe,
 até ajudar na cura de algumas doenças?

Em primeiro lugar, podemos destacar as próprias palavras. Que são, como costumavam dizer os antigos gregos, um verdadeiro remédio para as mentes sofredoras. Não se tratava só de uma metáfora engenhosa e sedutora: no século 1 d.C. o médico romano Soranus prescrevia poemas e peças teatrais para seus pacientes. O teatro, aliás, era considerado uma válvula de escape para aquelas emoções reprimidas que todos têm, através da catarse (alívio) que proporciona.

A palavra tem um efeito terapêutico. Verbalizar ajuda os pacientes, e esse é o fundamento da psicoterapia – ou talk therapy, como dizem os americanos. E a inversa é verdadeira: ao ouvir histórias, as crianças sentem-se emocionalmente amparadas. E não apenas elas, claro. Todos nós gostamos de escutar causos e de nos identificarmos com alguns deles. Dizia Bruno Bettelheim (1903-1990), psicólogo americano de origem austríaca, sobrevivente dos campos de concentração nazistas: “Os contos de fadas, à diferença de qualquer outra forma de literatura, dirigem a criança para a descoberta de sua identidade. Os contos de fadas mostram que uma vida compensadora e boa está ao alcance da pessoa, apesar das adversidades”.

■ Não é de admirar, portanto, que a leitura tenha se transformado em recurso terapêutico ao longo dos tempos. No primeiro hospital para doentes mentais dos Estados Unidos, o Pennsylvania Hospital (fundado em 1751 por Benjamin Franklin), na Filadélfia, os pacientes não apenas liam como escrevia e publicava seus textos num jornal muito sugestivamente chamado The Illuminator (“O Iluminador”, em inglês). Nos anos 60 e 70 do século 20, o termo “biblioterapia” passou a designar essas atividades. Logo surgiu a “poematerapia”, desenvolvida em instituições como o Instituto de Terapia Poética de Los Angeles, no estado americano da Califórnia. Aliás, nos Estados Unidos existe até uma Associação Nacional pela Terapia Poética.

■ Aqui no Brasil, já temos várias experiências na área. No livro O Terapeuta e o Lobo – A Utilização do Conto na Psicoterapia da Criança, o psiquiatra infantil, poeta e escritor Celso Gutfreind destaca a enorme importância terapêutica do conto, como forma de reforço à identidade infantil e como antídoto contra o medo que aflige tantas crianças. Também é de destacar o Projeto Biblioteca Viva em Hospitais, realizado no Rio de Janeiro e mantido pelo Ministério da Saúde, pela Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e por um grande banco. A leitura, realizada por voluntários, ajuda a criança a vencer a insegurança do ambiente estranho e da penosa experiência da doença, terrível para todos, mas ainda mais amedrontadora para os pequenos.

Finalmente, é preciso dizer que a literatura pode colaborar para a própria formação médica. Muitas escolas de medicina pelo mundo, inclusive no Brasil, estão incluindo no currículo a disciplina Medicina e Literatura. Através de textos como A Morte de Ivan Illich, do escritor russo Léon Tolstoi (em que o personagem sofre de câncer), A Montanha Mágica, do alemão Thomas Mann (que fala sobre a tuberculose) e O Alienista, do brasileiro Machado de Assis (uma sátira às instituições mentais do século 19), os alunos tomam conhecimento da dimensão humana da doença. E assim, mesmo que muitas vezes indiretamente, a literatura passa a ajudar pacientes de todas as idades.

por Moacyr Scliar (in Revista Vida Simples. Fevereiro, 2008).

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                 ● Imagens... Vintage.





















(anos 20, século XX. Londres, Inglaterra)















                    A Arte... e a rua.

(“La Princesa del Volcán”. Quito, Equador. Criador: Mantra).













           ● Uma visão de Arte... Uma porta.

(Arkasa, Karpathos.  Grécia).














● A Arte fotográfica de … Petar Botteri.

(Starigrad, Condado de Splitsko-Dalmatinska. Croácia)















                          A banana … andando.

(Foto: Charles Morton Party – LIFE, 1951)

















● A Arte fotográfica de ...Brill Brandt *(1904 - 1983).



                                             "Um fotógrafo deve estar preparado para pegar
e segurar os elementos que dão distinção ao
         assunto ou dar-lhe atmosfera." (Bill Brandt).

*: fotografo alemão (Hamburgo) 











Gente... do planeta.

(Gorno-Badakhshan, Tajiquistão).















                                          ● A Arte…  e a feira.

(Mercado flutuante de Damnoen Saduak, Ratchaburi. Tailândia)

















                 ● A Arte... e a rua. (a Arte ... e a natureza).














































         ● “Tô de olho em vocês!!!”.

                                                                        (Brasil)

                                            (… que planeta vocês irão nos deixar?).














                                                                                  Água.

                              (Mumbai, Índia. Foto: Punit Paranjpe-AFP)

                                             Aproximadamente 71% da Terra é coberta por água, seja ela proveniente dos rios, lagos, calotas polares, mares e oceanos ou da atmosfera (vapor, nuvens e precipitação). Esse recurso é essencial para a manutenção da vida animal, agindo como regulador da temperatura, diluindo sólidos e transportando nutrientes seus órgãos; bem como da vida vegetal. (...). Apesar da abundância de água distribuída pelo planeta Terra, somente 2,5% do volume total de água corresponde a água potável, que é própria para o consumo dos seres humanos. (...). Em 25 anos quase metade da população mundial ficaria sem acesso à água potável devido ao elevado índice de natalidade dos países e do grande desperdício de água potável. Nos últimos 50 anos o crescimento da população mundial foi três vezes maior comparado aos anos anteriores, o que ocasionou no aumento do consumo de água seis vezes maior. (...). Os níveis de desigualdade social entre países desenvolvidos e em desenvolvimento cada vez mais evidenciam a crise mundial dos recursos hídricos (...) Em países do continente africano a média do consumo de água por pessoa é de 15 litros/pessoa-dia. Em Nova Iorque pode chegar a 2 mil litros/pessoa-dia. (http://www.pensamentoverde.com.br/meio-ambiente/ - 02.09.2013)
















      ● Imagens... Vintage.


("Moulin Rouge", 1926. Paris, França).














A Arte neoclássica do francês... Thierry Bansront* (1975). 

Um estilo. 
Que tenta fugir dos ditames da representação moderna das mulheres.
 Retorna algumas formas de graça e gentileza. Um pintor de retratos. 
Amante de rostos e emoções. Restaurador de um olhar. 
Uma expressão do movimento do corpo. 
Artista inglês (Nova Caledônia). Bem jovem foi morar em Paris tornando-se profissional na área da animação e efeitos digitais. Descobriu a fotografia. 
Descobriu a pintura do período neoclássico. 
Aquele movimento artístico que apareceu na Europa em meados do século XVIII e durou até meados do século XIX. Tinha como principal objetivo recuperar os valores culturais e estéticos das civilizações greco-romana.
Valorizava a simplicidade. A delicadeza dos modelos. 
A beleza destacada através das luzes e das cores. 
Thierry Bansront é um pintor neoclássico ... da fotografia.













Visite o seu sitio: http://www.thierrybansront.com/