Eugene de Blaas (1843-1932) ... e suas criações.

Eis um pintor italiano de estilo acadêmico clássico.
Suas pinturas sempre com cenas de sua cidade.
Personagens diferentes com roupas típicas.
Mulheres sensuais.
Enfim pinturas cheias de alegria.
Personagens demonstrando liberdade e esperança.
Um prazer ver as obras de Eugene de Blaas.
























Mais imagens do artista visitem: http://www.tuttartpitturasculturapoesiamusica.com/

































O cinema... O paraíso.

Como registra o autor deste texto que segue.
Rever alguns filmes, na realidade nos torna bem nostálgico.
Sem saudosismos.
Parafraseando João Ubaldo Ribeiro* se chega a uma altura da vida em que tudo de bom era no nosso tempo.
O que é o tempo?. É outra conversa.
Com todo o revés que o cotidiano da vida nos impõe.
Aqueles (nosso) tempo. Eram mais serenos.
Os dias eram mais lentos. Sem esta pressa alucinante.
Lembrando outro genial brasileiro. Nelson Rodrigues** que achava a velocidade um prazer de cretinos. Que o progresso era maravilhoso quando não progredia tanto.
Ver alguns filmes nos leva a um paraíso ... perdido.
Vejam a transcrição do texto publicado no blog “Vicio da Poesia”.


                          “ A minha visão de paraíso é frequentemente uma noite quente, frente ao mar calmo, sob um céu negro onde estrelas faíscam, e o mar murmura a melopeia da eternidade.
Neste cenário a tecnologia tem feito intromissão, proporcionando o casamento feliz das noites quentes com o cinema da minha afeição.
Aproveitei para ver alguns filmes antigos que por uma razão ou outra o desejo de rever foi sendo adiado ao longo do tempo.
Entrada a noite e sossegado o ambiente, sento-me frente ao mar, tablet na mão, carrego no botão e… Silêncio, o filme vai começar!

- ‘As férias do Sr. Hulot’ de Jacques Tati (1953).
- ‘Ladrão de Casaca’ (1956) de Alfred Hitchcock.
- Sorrisos de uma noite de verão’(1955) de Ingmar Bergman.
-Os homens preferem as louras’ (1953) de Howard Hawks.

A  transbordante ternura pelas pessoas que os filmes de Tati exalam, no seu permanente enlevo com os detalhes de um quotidiano urbano que evolui ao longo dos seus filmes, são um bálsamo para a alma.
Já nos filmes de Hitchcock é o prazer de seguir a mestria de fazer a câmara falar ao levar-nos pelos labirintos das emoções da história, o que me faz voltar a eles uma e outra vez.
Atrai-me nos filmes de Ingmar Bergman a celebração da vida perante a fragilidade das relações humanas. Por isso, e para referir os mais emblemáticos, ‘Sorrisos de uma noite de verão encanta-me’, ‘Uma lição de amor’ comove-me, e o ‘Sétimo selo’ lembra-me quanto viver é o permanente diálogo com a morte, nossa, e dos outros em nós.
A capacidade da ficção para nos fazer sentir realidades e experiências afastadas do nosso presente ou passado é o motor que me faz ir à sua procura.
Hawks foi o cineasta que filmou a amizade como ninguém. E se em ‘Rio Bravo’ ( que irei rever brevemente) a fidelidade entre amigos se estende à coragem de em seu nome enfrentar a possibilidade da morte, em ‘Os homens preferem as louras’ essa amizade plasma-se na inenarrável cena da dança de Jane Russell na sala do tribunal, perto do final do filme, com o propósito de evitar que a amiga Lorelay (Marilyn Monroe) seja julgada pelo roubo de uma tiara.

Na sua diversidade, têm estes filmes em comum a sua proximidade temporal (primeira metade dos anos 50 do século. XX) e o devolverem-nos certa Europa com o seu modo de vida hoje definitivamente perdido. Dão-nos conta de um mundo que existia quando nasci e não cheguei a conhecer.
A realidade que a minha memória recorda é a dos anos 60, mas ao ver estes filmes, o ambiente social e cultural que lhes subjaz dá conta de uma serenidade no viver que só nos pode fazer nostálgicos quando mergulhados no frenesi alucinante dos nossos dias.
Outros filmes virão que as férias apenas começaram. Com este breve registo venho apenas lembrar alguns velhos filmes que nos fazem mais novos a cada visualização.

*: João Ubaldo Osório Pimentel Ribeiro (1941-2014). Escritor, jornalista, cronista, 
roteirista e professor brasileiro.
**: Nelson Falcão Rodrigues (1912-1980). Teatrólogo, jornalista, romancista, e cronista.
O mais influente dramaturgo brasileiro.

► Imagem: Filme “As férias do Sr. Hulot” de Jacques Tati,
Criado pelo designer belga David Merveille












    ● A Arte fotográfica de ... Aleksandra Lekovic (1971)
                fotografa de Kosovska Mitrovica (Sérvia).









































































● A Arte... e a rua.

(Rimon Guimarães. Curitiba, Paraná. Brasil)












                                            Será? ...


"Sempre imaginei que o paraíso será
                                               uma espécie de biblioteca."

                                                               Jorge Luis Borges (1899-1986).












                 ● Imagens do Ler. 

(Audrey Hepburn).













A Arte fotográfica de ...Ralph Eugene Meatyard (1925-1972).



*: Fotógrafo estadunidense de Normal, Ilinois .













                                                         ● Imagens do Ler ...













... e a divina Greta Garbo.


















“Faça amor, não faça a guerra”. *



                                       ... nada mudou.



*: Woodstock Music & Art Fair”.
Festival de musica  realizado em
Agosto/1969 na cidade de Bethel,
Estado de Nova Iorque (EUA).













● A Arte... As esculturas urbanas.


(Criação: John Cassidy. Praça São Pedro, Manchester. Inglaterra).














Um pouco de ... Damian Elwes* (1960).

(Estúdio de Picasso em Cannes).



*: Artista inglês (Londres) vivendo hoje em Santa Monica, Califórnia (EUA).











                                                             Raio de luz...


“Um novo dia vem nascendo.
 Um novo sol já vai raia.
Parece a vida, rompendo em luz”

                                                        (Vinícius de Moraes).













                                                     ● A Arte... e a rua.


(Criação: Speto. São Paulo, Brasil).











● A Arte... As esculturas urbanas.

As esculturas de Tomie Ohtake (1913-2015) artista plástica japonesa (Quioto) 
naturalizada  brasileira. 
Considerada a “dama das artes plásticas brasileiras”.
Sua obra abrange pinturas, gravuras e esculturas.

Suas criações criam beleza na paisagem urbana de diversas cidades brasileira. 
Especialmente em São Paulo. 
Onde são verdadeiros ícones da cidade. Magnificas. 




(Aeroporto de Guarulhos. São Paulo).


(Araxá. Minas-Gerais)



(cidade de Santos. São Paulo).



(Avenida 13 de maio. São Paulo).



(cidade de Ipatinga. Minas-Gerais).



(Parque de Pampulha, Belo Horizonte. Minas-Gerais).














● “Tô de olho em vocês!  … 

(Caiapó, Amazonas. Brasil).


                                              que planeta vocês irão nos deixar?.












      ● A Arte…  e a feira.

                                                       (Tajiquistão).












A Arte da brasileira-paulista de Taubaté ...Isabelle Tuchband (1968).
Criações com a presença marcante das figuras femininas.
Cercada de flores. Cheias de delicadeza.
Tenham também - o prazer - de ver algumas de suas obras.






































► Fonte das imagens: http://www.democrart.com.br/













A pintura do belga de Bruxelas ... Christians Satin (1946).

Informa o companheiro ‘google’ que ele, bem menino, começou a pintar com óleo em tela. Já adolescente exibe e vende suas obras.  Vira um pintor conhecido em seu país.  Na década de sessenta abandona a pintura. Gradua-se arquitetura. Durante décadas foi mais conhecido como arquiteto, professor e empresário. Vejam aqui algumas de suas surrealistas criações.