Elas... e o cafezinho.















Um café e um amor...Quentes, por favor!
Sem excessos de doçura ou amargura.
Forte. Doce...
Quem ambos façam meu coração acelerar. Que me mantenha vivo.




















Um café e um amor... Quentes, por favor!
E que de nenhum deles eu sofra de vício,
Mas que ambos,
Eu possa me dar ao luxo do hábito.























Um café e um amor... Quentes por favor!
Pra ter calma nos dias frios.
Pra dar colo
Quando as coisas estiverem por um frio.




















E que eles nunca tenham gosto de ontem
Nem anseiem pelo amanhã
Que me façam feliz nesse agora,
Que me abracem pela manhã.





                             (Caio Fernando Abreu).* 


*: Caio Fernando Loureiro de Abreu (1948-1996).
Foi um jornalista, dramaturgo e escritor brasileiro.












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