A Arte fotográfica de Alécio de Andrade (1938-2003).


“Não pode haver melhor uso da fotografia do que este
de alimentar-nos da porção perdida de nossa alma.
Uma arte vinculada com a mais fugitiva e perene
das realidades poéticas, eis o dom sublime de
Alécio de Andrade.” 
(Carlos Drummond Andrade).


                                                                Começa pensando em ser advogado quando se graduou na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro (1957-1959). Inicia os anos sessenta. Resolve ser poeta. Mas descobre a fotografia. Durante o famoso ano “1964” com apoio do governo promove exposição “Itinerário da Infância no Rio de Janeiro”. Felizmente para ele. Neste período ‘iluminado’ da vida politica nacional. Consegue bolsa do governo francês.
Vai estudar no “Institut des Hautes Études Cinematographiques” (Paris). Ali passa a residir. Torna-se destacado fotografo com publicações em revista nacionais e internacionais.
Ao inicio dos anos oitenta. Já é conhecido como um “cronista visual” de Paris. Ao lado do escritor argentino Julio Cortázar (outro “parisiense”) lança o premiado livro “Paris ou la vocation de l’image”.
Marca sua vida profissional a famosa foto (1970) onde ele registra o momento que três freiras aparecem extasiadas olhando a tela “Três graças” de Jean-Baptiste Regnault.
Ah! Sempre é bom registrar. Ele se considerava um pianista. Só, com quem ele conviveu, para confirmar.

Selecionam-se algumas de suas criações.























































































                                                                            Aécio de Andrade. Um artista brasileiro.










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