J. B. Durão (1957).
“Lisboa arrebate-me e inebria-me.
Faz esboçar sorrisos do nada,
ao longo de caminhadas pelas calçadas irregulares
que me fazem cair.  (...).
Eu sorrio do nada, ao passear em Lisboa.
Sorrio sozinha, com a minha cidade.”
(http://lounge.obviousmag.org/).




Sua obra única e inconfundível no panorama da pintura naïf portuguesa.
O mar esta sempre presente na sua obra. 
Os temas ligados a Lisboa. 
Suas paisagens lisboetas ganham nas suas pinturas. 
Grande harmonia de expressão e beleza.

































). 

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