Alma...


“ Alma. Deixa eu ver sua alma. A epiderme da alma.
Superfície! Alma. Deixa eu tocar sua alma.
Com a superfície da palma. Da minha mão.
Superfície!
(...)
Seu suor, o sal que sai do sol. Da superfície.
Simples, devagar, simples. Bem de leve.
A alma já pousou. Na superfície.

                 
                                 (Arnaldo Antunes)










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