O sentido da vida.



“ ... é uma realidade ontológica, não uma criação cultural.
(...) simplesmente existe: trata-se de encontrá-lo.
Universal no seu valor, individual no seu conteúdo,
o sentido da vida é encontrado mediante uma tenaz investigação (...).
Nenhum homem inventa o sentido da sua vida;
cada um é, por assim, dizer, cercado e encurralado
pelo sentido da própria vida.
Este demarca e fixa, num ponto determinado do espaço e do tempo,
o centro da sua realidade pessoal, de cuja visão emerge,
límpido e inexorável, mas só visível desde dentro,
o dever a cumprir."

 ( Viktor Emil Frankl in: Carvalho, Olavo de.
‘O mínimo que você precisa para não ser um idiota”.
 RJ. Editora Record, 2013, pg. 51 ).



Imagem: ‘Vida e Morte’.Gustav Klint (1916).








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