Rolf Armstrong (1889-1960).











 
 
 
 
 
 
 
 
                                                   Com certeza, você já viu alguma ilustração no estilo pin-up. O nome veio dos calendários e das ilustrações do início do século XX, que mostravam ilustrações de mulheres bonita. Eram para serem pendurados em paredes, principalmente em ambientes masculinos como, por exemplo, oficinas mecânicas. Pin up, em inglês, significa pendurar, dai o nome. No início eram pendurados nas paredes, depois invadiram as revistas e os outdoors.




 

As primeiras mulheres retratadas nesse estilo eram ilustradas de forma a acentuar a beleza, ingenuidade e delicadeza do feminino. No início, o charme sedutor era o limite da sensualidade. Acompanhando a vulgarização da relação homem-mulher na sociedade, pouco a pouco, os pin-ups materializaram a imaginação luxuriosa do masculino sobre o feminino. De mostrar mulheres bem arrumadas e belamente retratadas, passaram a mostrar mulheres de biquínis e em posições sensuais, as “cheesecakes” – expressão que deriva de “better than cheesecake” -, e pouco depois, como mulher fatal e símbolo sexual. Os pin-up acompanharam o modo como a sociedade passou a considerar e ver a mulher.






Rolf Armstrong foi um ilustrador americano de pin-ups. Rolf estudou artes em Nova York, Chicago e posteriormente na Académie Julian, em Paris. Em 1921, já com um estúdio próprio em New York, passou a se dedicar a ilustrar calendários com retratos femininos. Também trabalhou na ilustração de propagandas para a indústria do cinema, tendo retratado divas como Mary Pickford, Greta Garbo, Marlene Dietrich e Katherine Hepburn.






Rolf foi um dos melhores artistas ilustradores de pin-up do século XX. Buscava a perfeição, recusava-se a pintar a partir de fotografias e era extremamente exigente com revistas que publicavam seus trabalhos, pois para ele a imagem devia ter o “frescor e as cores vibrantes” como na ilustração original.

                                             


 

 

 
 
 
 

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