Balthus.
(Baltasar Michel Klossoviski, 1908-2001).





 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 “A arte é um ofício. (...). Há muito que a noção de vanguarda em pintura já não significa nada. Os falsos amantes da arte, os especuladores, compram aquilo que não sabem decifrar, com medo de perder um achado. É o grande mal-entendido da arte moderna. Tal fenômeno favoreceu a eclosão da ditadura da não-figuração, à qual se opõem as ditaduras expressionista, surrealista, minimalista, não menos repulsivas e todas igualmente prometedoras de renascimentos desagradáveis...
Quando pinto não procuro exprimir-me, mas sim exprimir o mundo”. 






 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 “o tema da adolescente lânguida nada tem a ver com uma obsessão sexual, a não ser talvez no olhar do observador. Eu vejo as adolescentes como um símbolo. Nunca serei capaz de pintar uma mulher. A beleza da adolescência é mais interessante. A adolescência encarna o futuro, o ser antes de transformar-se em beleza perfeita. Uma mulher encontrou já o seu lugar no mundo, uma adolescente, não. O corpo de uma mulher já está completo. O mistério desapareceu. ”

 
 
 

 
 
 
 
 





 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“ O que pinto são anjos. Todas as minhas figuras femininas são anjos, aparições. As pessoas veem-nas como eróticas, o que é perfeitamente absurdo. A minha pintura é essencial e profundamente religiosa ”

 












 








 

 

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